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As dificuldades do kikongo


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As dificuldades do kikongo


Na sequência dos nossos trabalhos neste curso, de agora em diante, gostaríamos de chamar a atenção do aluno para as principais dificuldades que ele encontrará.

  1. Kikongo é uma língua de prefixos. O plural dos substantivos e o acordo dos adjetivos são feitos por prefixos e não por sufixos, como é o caso das línguas européias.
  2. É perfeitamente inútil tentar trazer as conjugações do kikongo para o contexto das conjugações européias ou fazer uma comparação nesse sentido.
  3. Escusado será, dizer que a construção Kikongo não é a réplica da construção europeia;

Estes são os três principais desafíos para o iniciante, se ele não tomar a precaução de se libertar, de uma vez por todas, a maneira europeia de pensar, no estudo de Kikongo.

Base deste trabalho.

Nós temos como base para os nossos cursos, o trabalho que foi projetado por um missionário para prestar serviço aos seus confrades nas terras onde Kikongo é falado. Mas, apesar disso, não há nada que os impeça de cumprir o mesmo papel para qualquer europeu que trabalha no território onde se fala kikongo ou aqueles que querem aprender mais sobre línguas africanas, como o caso do kikongo..

Como um trabalho sério sobre o kikongo, conhecemos apenas as obras de Bentley e Laman1 que, infelizmente, nunca foram traduzidas para português, o que seria ideal para os bakongo de Angola. Além do curso de kikongo de Jenniges2, que remonta ao início deste século, não sabemos.

A única questão a ser respondida é: por que os próprios Bakango não  puderem beneficiar destas facilidades? Pois o estudo desse curso certamente lhes permitiria conhecer e revelar mais sistematicamente sua linguagem e descobrir suas riquezas?


1 K. E. LAMAN, Grammar of the Kongo Language, New-York, 1912
E. LAMAN, Dictionnaire Kikongo-Francais, Librairie Falk, Bruxelles, 1936.
BENTLEY, Dictionnaire and Grammar of the Kongo Language, London 1887.
2 JENNIGES, Cours de Kikongo, Matadi, 1902.

Les difficultés du kikongo


Dès maintenant, nous tenons à attirer l’attention de l’élève sur les principales difficultés qu’il rencontrera.

  1. Le kikongo est une langue à préfixes. Le pluriel des noms et l’accord des adjectifs se font par des préfixes et non par des suffixes, comme c’est le cas pour les langues européennes.
  2. Il est parfaitement inutile de vouloir essayer de faire rentrer les conjugaisons de kikongo dans le cadre des conjugaisons européennes ou vouloir faire une comparaison dans ce sens.
  3. Il va sans dire que la construction kikongo n’est pas la réplique de la construction européenne;

Ce sont les trois difficultés principales auxquelles se heurte le débutant, s’il ne prend pas la precaution de se libérer, une fois pour toutes, de la manière de penser européenne, lors de l’étude de kikongo.

Base de ce travail.

Nous avons comme base de nos cours, le travail qui a été concu par un missionnaire pour rendre service à ses confreres dans les terres où on parle kikongo. Mais malgré ce propos, rien n’empêche qu’ils ne puissent remplir le même rôle pour tout européen oeuvrant dans le territoire kongo. Ou ceux qui veulent en savoir plus sur les langues africaines, comme le cas du kikongo.

Comme ouvrage sérieux sur le kikongo, nous ne connaissons que les travaux de Bentley et de Laman1 qui, malheureusement n’ont jamais été traduits en français. À part le cours de kikongo de Jenniges2, qui remonte au début de ce siècle, nous ne connaissons pas.

La question qui se pose est seul de savoir, pourquoi pas les Bakango eux-mêmes peuvent en tirer quelque profit, car I’etude de ce cours leur permettrait certainement de connaitre et faire connaitre plus systématiquement leur Iangue et d’en découvrir les richesses?

 


1 K. E. LAMAN, Grammar of the Kongo Language, New-York, 1912
E. LAMAN, Dictionnaire Kikongo-Francais, Librairie Falk, Bruxelles, 1936.
BENTLEY, Dictionnaire and Grammar of the Kongo Language, London 1887.
2 JENNIGES, Cours de Kikongo, Matadi, 1902.

 

The difficulties of the kikongo


From now on, we would like to draw the student’s attention to the main difficulties he will encounter.

  1. Kikongo is a prefixed language. The plural of nouns and the agreement of adjectives are made by prefixes and not by suffixes, as is the case for European languages.
  2. It is perfectly useless to try to bring the conjugations of kikongo into the context of European conjugations or to make a comparison in this sense.
  3. It goes without saying that the Kikongo construction is not the replica of the European construction;

These are the three main difficulties faced by the beginner if he does not take the precaution of freeing himself once and for all from the European way of thinking during the study of kikongo.

Basis of this work.

We have as a basis for our courses, the work which was designed by a missionary to render service to his confreres in the lands where Kikongo is spoken. But despite this, there is nothing to prevent them from fulfilling the same role for any European working in the Kongo territory or looking to learn about african language such as Kikongo.

As a serious work on the kikongo, we know only the works of Bentley and Laman1 which, unfortunately, have never been translated into French. Apart from the kikongo course of Jenniges2, which dates back to the beginning of this century, we do not know.

The only question to be answered is, why not the Bakango themselves can benefit from it, for the study of this course would certainly enable them to know and more systematically reveal their language and to discover its riches?


1 K. E. LAMAN, Grammar of the Kongo Language, New-York, 1912
E. LAMAN, Dictionnaire Kikongo-Francais, Librairie Falk, Bruxelles, 1936.
BENTLEY, Dictionnaire and Grammar of the Kongo Language, London 1887.
2 JENNIGES, Cours de Kikongo, Matadi, 1902.

 


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Actualizado em : 2017-04-17 15:24:48
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Este Artigo foi Preparado e Argumentado por:  cPM - Patricio Mamona Chief Feature Writer
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